quinta-feira, 30 de outubro de 2014

DISTRITO DE SANTARÉM

O património arqueológico e histórico da antiga província da LVSITANIA que surge à luz do dia é bastante diversificado e valioso, apesar de não existirem grandes espaços monumentais posso garantir que vestígios não nos faltam, encontram-se é dispersos um por pouco por todo o lado e bem debaixo dos nossos pés. Motivo suficiente para vos fazer pequenos nesta história? Óptimo, a ideia era essa. Agora embarquemos nesta viagem rumo ao passado pelos trilhos dos romanos.

Os registos da cidade de Santarém remontam ao séc. VIII a.C., mas foi a conquista desta região pelos romanos, no ano de 138 a.C., nas campanhas militares do cônsul Décimo Júnio Bruto Galaico estabeleceu um acampamento militar desconhecendo-se com exactidão a sua localização mas sabe-se que foi próximo a Santarém.

A cidade de então teria três assentamentos; uma cidadela fortificada que aqui existia desde a Idade do Bronze antes da chegada dos romanos na antiga Alcáçova Medieval e Jardins das Portas do Sol, Scallabis (SC), uma zona portuária onde atracavam as galés romanas e se realizavam as trocas comerciais, tudo indica que fosse no lugar de Alfange, o Portus ou cataplus, por último, onde se instalou o acampamento romano de Júlio César no Bairro do Pereiro, mantendo uma guarnição militar permanente, altura que o aglomerado deve ter sido fortificado, em 61 a.C., neste período da dominação é baptizada por Scallabis Praesidium Iulium (PI).


A dinastia de Augusto, muito contribuiu para que Scallabis se tornasse num dos mais importantes centros administrativos e económicos, como entreposto comercial do médio Tejo com outras províncias do Império da bacia do Mediterrâneo Oriental e passagem da mais importante via imperial do ocidente ibérico de Lisboa, Olisipo a Bracara Augusta e Legio (Leão), a grande base militar da Hispânia, no arruamento da ancestral Estrada de Alfange mas junto ao rio a via bifurcava noutra via a Emerita Augusta atravessando o rio Tejo mais adiante por uma ponte que existia de barcas.

Todo este dinamismo foi conseguido pela divisão da província da Lusitânia em três unidades judiciais mais pequenas denominadas por “conventus” (distritos), obtendo a designação de “Conventus Scallabitanus“, e sede de distrito em 16-15 a.C., ficando administrativamente acima de Felicitas Iulia (Lisboa), as outras duas: o “Conventus Pacensisem Pax Julia, actual Beja e o “Conventus Emeritensisem Emerita Augusta, capital da província, hoje Mérida.

Foi no âmbito da candidatura da cidade a Património Mundial que se fez um trabalho de investigação onde se detectaram que os arruamentos no Bairro do Pereiro tem uma particularidade peculiar são todos rectilíneos e perpendiculares com pilastras e cunhais em algumas habitações, bem diferentes doutros arruamentos limítrofes mais pequenos e sinuosos, típicos da Idade Média, sendo esta uma das características na construção de um acampamento romano, ou seja, divididos em talhões e subdivido em actus e centúrias, o plano urbanístico do bairro corresponde na perfeição a este critério, deste modo, estamos perante a guarnição militar de Júlio César, Scallabis Praesidium Iulium (PI). A segunda característica era de que a rua principal “cardus maximus”, na direcção norte/sul, muito bem poderia corresponder às ruas Miguel Bombarda/Capelo e Ivans seria atravessada por uma outra “decumanus maximus”, nascente/poente, ruas João Afonso/1º de Dezembro, no cruzamento do cardus e o decumanus era o forum da futura cidade, contudo, não pondo em dúvida ou questão o cruzamento do cardus e decumanus mas tudo poderá apontar que o cruzamento possa ter sido mais abaixo junto à Igreja do Milagre, onde poderia ter sido o Templo Minimus, templo sagrado do Forum, terceiro critério de um acampamento romano, onde estes faziam oferendas aos deuses e perguntavam se o local estava abençoado e purificado em caso de resposta favorável então seria o local de edificação da cidade e construção do forum a partir daqui o plano urbanístico de qualquer cidade romana nas extremidades as Portas da cidade e nas periferias as Termas e o Anfiteatro. Ainda num outro ponto do bairro na rua António Santos, um troço da muralha medieval, contudo, esta poderá ter tido correspondência aos limites do acampamento militar romano fortificado por paliçadas ou muralhas.

Visitando a cidadela fortificada, antiga Alcáçova Medieval e Jardins das Portas do Sol, Scallabis (SC), as intervenções arqueológicas resultantes dos projectos de reabilitação e recuperação que ocorreram puseram a descoberto na Igreja Sta Maria de Alcáçova o podium de um Templo de planta quadrangular, datado dos finais do séc. I a.C., ruínas de habitações e ruas da antiga cidade inseridas na visita ao Centro Interpretativo “Urbi Scallabis” e todo o espólio descoberto, e cisternas externas fora das muralhas do Castelo.


Muge
Ponte Romana? de Muge 

Estado de conservação: pedonal - requalificada recentemente
Via romana: itinerário XIV Lisboa-Alter do Chão-Mérida
Acesso: Muge (EN114), junto ao Palácio dos Duques do Cadaval
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Coruche
Ponte “Romana” da Coroa 

Estado de conservação: pedonal
Via romana: Santarém a Évora
Acesso: Coruche (EN114-3), à esquerda na segunda ponte junto de habitação
Classificação: Imóvel de Interesse Municipal

Circuito I 
Torres Novas

Villa Romana de Cardillio


A villa romana de Cardílio era uma villa agrícola, composta por 22 divisões, e a denominação deve-se a inscrições que refere o nome de “Cardilium”, proprietário que a mandou erigir para residência de família. As diversas campanhas arqueológicas revelaram alterações substanciais na planta da casa, entre os séc.I d.C. e séc.IV d.C., trazendo igualmente à luz do dia um significativo complexo de termas privadas a sudoeste da habitação. 




A entrada principal seria a poente do claustro, pavimentada em mosaicos de tesselas, constituído por vários painéis distribuídos pelos diversos quartos de cores vivas e motivos geométricos, predominando as tranças e os entrelaçados, aves de grupos opostos e os retratos dos proprietários da villa com motivos agrícolas, num dos quais, a meio da segunda fila, a inscrição:


 Inscrição

“VIVENTES CARDILIUM
ET AVITAM FELIZ TURRE”

 Tradução

CARDÍLIO E AVITA
SEJAM FELIZES VILLA DA TORRE



Noutro painel, na fila imediatamente abaixo, e descentrado para a esquerda, busto de CARDILLIO, de cabelo curto e ombro direito nu, com pregas na toga de púrpura, presa por fíbula, e o de AVITA, de cabeleira de vidros azuis-claros e tesselas azuis-escuros, e com veste que deixa desnudado o ombro direito.


Em terceiro painel, bem emoldurado, um grupo de quatro aves com flores pendentes nos bicos, postas duas a duas, em sentidos diametralmente opostos, no entanto, esta figuração humana poderá ser uma alegoria relacionada com as estações do ano, neste caso, com o Outono e o Inverno.

O peristilium elemento central da villa permitia a entrada de luz natural e arejamento da casa, tinha um jardim interior embelezado com inúmeras plantas, uma fonte e diversas esculturas. Denotam-se vestígios de doze colunas, quatro de cada lado, formando um claustro, pavimentado por seis tapetes de mosaicos. Ao centro, um quadrado que seria um jardim com um poço revestido de alvenaria, de cerca de sete metros de profundidade, no extremo sul. No jardim ainda podemos ver uma conduta e ruínas de paredes de construção anterior e uma calha ao longo dos quatros lados do quadrado. 

A entrada principal seria a poente do claustro, pavimentada por mosaicos de tesselas. Este mosaico é constituído por vários painéis, num dos quais, colocado a meio da segunda fila, inscrição atrás referida. Noutro painel, na fila imediatamente abaixo, e descentrado para a esquerda, busto de CARDILLIO, de cabelo curto e ombro direito nu, com pregas na toga de púrpura, presa por fíbula, e o de AVITA, de cabeleira de vidros azuis-claros e tesselas azuis-escuros, e com veste que deixa desnudado o ombro direito. Em terceiro painel, bem emoldurado, um grupo de quatro aves com flores pendentes nos bicos, postas duas a duas, em sentidos diametralmente opostos.




A exedra, precedida de pórtico com quatro colunas de frente e duas laterais, as bases que se conheceram de três de colunas eram em mármore das quais só uma ainda existe.

A nordeste do peristilo descortinamos um “tanque”, ladeado por colunas de tijolo, em três das suas quatro faces, a “latrina”, compartimento equipado com um banco de alvenaria, eventualmente, de mármore com orifícios ovoides, semelhantes aos atuais assentos sanitários sob este banco corria permanentemente água, proveniente da cloaca, e muito perto o edifício termal


Falta entretanto dar o relevo ao, ex-libris da villa, o magnífico estado de conservação e preservação do sistema de aquecimento central (hipocaustro) das “praefurnia” em arcaria de tijolo, através do qual o ar quente produzido circularia pelos arcos e pelas paredes duplas dos quartos com canalizações em chumbo permitindo o aquecimento e sobre as praefurnia eram normalmente colocadas caldeiras, geralmente de bronze, a partir das quais a água quente em canalizações de chumbo era conduzida às salas dos banhos quentes ao tepidarium e ao caldarium.


Toda a visita à villa romana é acompanhada por um guia após uma apresentação prévia. Situa-se no perímetro urbano de Torres Novas, saída da (A23), é Monumento Nacional

Museu Municipal Carlos Reis

No Museu Municipal Carlos Reis está patente todo o espólio das escavações da villa Cardílio, nomeadamente, moedas dos séculos II, III e IV d.c., vidros assírios e egípcios gravados e estuques coloridos, cerâmicas dos séculos I e II d.c., supondo-se produção de Valerius Paternus que as criava em Mérida e a estátua de Eros, datada séc. I d.c., revelando-se como uma das mais importantes peças encontradas.


Calçada Romana Bom Amor (Casal Quebrada)

Característica: vestígios da calçada nas bermas, muito irregular
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Torres Novas, na Fonte do Bom Amor seguir pela esquerda até habitações, a partir daqui por caminho de terra batida descendo à ribeira passando pela Quinta Marquês (Gateiras)

Alcorochel
Ponte Romana?  

Estado de conservação: rural – vestígios de calçada
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Alcorochel, pela rua da Garcia, Largo do Poço Novo e rua da Ribeira, segue por caminho de terra batida


Circuito II

Tomar 

A cidade romana Seilium ou Selium, actual Tomar, situava-se na margem esquerda do rio Nabão que a percorria, à altura da ocupação romana os povos desta região dedicavam-se, essencialmente, da agricultura e da exploração mineira.

Concluída a ocupação definitiva da Hispânia e clarificada a situação política em Roma, o imperador Augusto, reorganiza-a política e administrativamente. Criam-se novos núcleos urbanos e adaptam-se os já existentes, construindo-se vias de comunicação e desenvolvendo-se as preexistentes, quer terrestres quer fluviais.  


Integrada numa das três províncias Hispânia, a Lusitânia, Seilium seria uma das 34 “civitates stipendiariae” entre 16-13 a.C. sob a alçada do “conventus Scallabitanus”, com sede em Scallabis, no reinado de Vespasiano, 69-79 d.C., durante a dinastia dos Flávios, 69-96 d.C., ascende à categoria de “municipium” comprovada na inscrição “genius municipii” podendo ser vista no exterior da base do lado poente da Torre de Menagem do Castelo Templário. O estatuto de “municipium” muito a ajudou para que se tornasse num importante entreposto comercial com comunicações terrestres ao litoral e interior da província e ligação a Mérida, mas sobretudo pela passagem da via imperial do ocidente ibérico de Lisboa, Olisipo a Bracara Augusta e Legio (Leão), a grande base militar da Hispânia e por via fluvial porque o rio Tejo era navegável até Santarém, desta forma, permitindo a subida de barcos de média calagem e não é de excluir a possibilidade das mercadorias subirem rio acima mas em barcos de pequeno porte, para trocas comerciais de bens com outras províncias do Império da bacia do Mediterrâneo Oriental.


Da antiga cidade pouco resta está confinada a uma pequena área circunscrita às ruas da Carrasqueira, Manuel de Matos, Santa Iria e Carlos Campeão, estando o sítio arqueológico sem qualquer vigilância ou protecção com muita vegetação envolvente, deste modo, não permitindo visualizar em boas condições a área intervencionada.

Estão a descoberto na rua Carlos Campeão alicerces de monumento público e da praça pública no Forum, datado do séc. I d.C., conservando-se ainda estruturas das tabernae (lojas), da Basílica (Tribunal) e da Curia (reunião do Conselho), é ainda possível a identificação das duas vias principais o cardus maximus e o decumanus maximus, nascente/poente, a sul da Basílica e o cardus no lado do poente.




Toda a área circundante da Alameda Um de Março e Avenida Norton de Matos, e as ruas circunscritas: Rua Carlos Campeão, Rua Amorim Rosa, encontram-se classificadas como Imóvel de Interesse Público

Paialvo
Calçada Romana Casal Salgueiro

Característica: vestígios resta somente o traçado do caminho
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Paialvo (EM558), pela rua da Escola, passando a via férrea, ao Centro de Dia e rua Via Romana por caminho de terra batida 

Vila Nova de Paialvo
Ponte "Romana" da Pedra

Estado de conservação: rural – com vestígios de calçada
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Lamarosa/Pé de Cão (EM539), passando zona fabril, à direita por caminho de terra batida ao lado da ribeira

Póvoa
Ponte Romana? da Póvoa 

Estado de conservação: em ruínas
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Tomar/Póvoa (EM526), pela Estrada do Prado, na povoação, rua da Ponte Romana (frente a Escola Primária), parte do percurso em caminho de terra batida 

Carvalhal/Fervenças
Ponte Romana? da Azenha do Curto

Estado de conservação: rural
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: da Póvoa a Vale Venteiro, cortar a Carvalhal/Fervenças, passando Fervenças na curva à direita, segue à ponte romana no açude e Azenha do Curto

Junceira/Carril (Tomar)
Ponte Romana? 

Estado de conservação: pedonal - enquadrada em parque de merendas
Via romana: Tomar a Idanha-a-Velha, Mouriscas - Rio Tejo pela “Estrada da Serra”
Acesso: Tomar/Serra (EM 531) seguir placa indicativa de Instituto Politécnico passar debaixo da A13 seguir sinalização de ponte romana, junto à barragem do Carril

Carregueiros (Tomar)
Calçada Romana de Valinhos
Característica: 
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Carregueiros (IC9/EN 113)


Circuito III
Ourém

Atalaia Romana no morro do castelo na Porta de Santarém

Calçada Romana da Mulher Morta

Característica: calçada sobre terra batida coberta por pedra miúda, em bom estado de preservação
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Ourém
Acesso: Castelo de Ourém (centro histórico)

Atouguia
Ponte Romana? de S. Sebastião 

Estado de conservação: aberta à circulação
Construção: séc. II d.C. e séc. III d.C.
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Ourém
Acesso: Atouguia/S.Sebastião, na placa indicativa para Atouguia, por rua a 20 metros mais à frente à direita

Valada
Ponte Romana? da Valada

Estado de conservação: necessita intervenção
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Valada (EN113), seguindo as ruas Penha de França e do Canto, passando uma primeira ponte, por caminho de terra batida pela direita, ponte a 200 metros

Agroal/Porto Velho (Ourém)
Calçada Romana
Característica: 
Via romana:
Acesso: Agroal

Circuito IV



Rio Maior

Villa Romana de Rio Maior I

Acesso: Rio Maior - para visitas será através da Galeria Municipal – Casa Senhorial d´El Rei D. Miguel 243 907 424

Casais da Igreja (Rio Maior)
Forno Romano
Local: Casais da Igreja (EN 114)

Alcanede
Ponte Romana?-Medieval de Alcanede

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. III d.C.
Via romana: Leiria a Santarém, variante por Porto de Mós
Acesso: Alcanede (EN361), pela rua da Ponte Romana
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Alqueidão da Serra (Porto de Mós)
Calçada Romana

Característica: calçada em blocos de pedras regulares, extensão de 300 metros, em bom estado de preservação
Via romana: Leiria a Santarém
Construção: séc. I a.C./séc. I d.C.
Acesso: Alqueidão da Serra, seguir sinalização na povoação, inicia-se junto a parque de merendas
Classificação: Imóvel de Interesse Público


Circuito V

Ortiga

Estação Arqueológica de Vale de Junco

A estação arqueológica de Vale de Junco, situa-se na freguesia de Ortiga, concelho de Mação, na transversal à Rua dos Mouros e sinalizada junto a posto de abastecimento passando a última habitação do lado esquerdo no início da descida em caminho de terra batida (200 metros) em encosta privilegiada com vista para o rio Tejo - acesso livre, ao abandono total.

Seria uma villa romana agrícola, de apoio à via romana Alvega a Salamanca que perto passaria. Da villa resta parte do complexo termal, devido ao seu estado de ruínas ainda é possível ter-se a perceção da entrada do edifício, o atrium ladeado pelo apodyterium (vestiário), a sala destinada aos banhos frios frigidarium, a natatio (piscina), no interior do tanque consegue-se ver parte do revestimento, e a sala destinada aos banhos quentes o tepidarium e o caldarium. Distingue-se ainda, parte dos muros e da canalização que abasteceria o edifício com a água da ribeira de Eiras e a existência diversos vestígios espalhados na área envolvente







Mação
Ponte Romana? da Ladeira d´El-Rei

Estado de conservação: pedonal - requalificada recentemente
Construção: séc. I a.C./ séc. I d.C.
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Mação
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Mação
Ponte Romana? da ribeira de Eiras (Ribra de Paia Fome)

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. I a.C./ séc. I d.C.
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Mação/Envendos (EN 3)
Classificação: Imóvel de Interesse Municipal

Mação
Ponte Romana? do Coadouro sobre o rio Frio

Estado de conservação: aberta à circulação
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha
Acesso: Mação/Abrantes (EN 3)

Vale da Mua
Ponte Romana? da ribeira do Carvoeiro
Estado de conservação: 
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Vale da Mua

Portela de Colos (Cardigos)
Ponte Romana-Medieval dos Três Concelhos

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. I a.C./ séc. I d.C.
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha e  
Tomar a Oleiros por Vila de Rei
Acesso: Cardigos (IC 8)/Portela de Colos seguir placa de sinalização
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Alferrarede (Abrantes)
Ponte Represa-Romana? de Alferrarede
Estado de conservação: falta reconhecer o local
Construção: séc. I d.C./ séc. IV d.C.
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha
Acesso: Olho-de-Boi, saída 10 (A 23) Alferrarede/Sardoal
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Mouriscas (Abrantes)
Inscrições Romanas (3)

Local: interior da Igreja Matriz no corredor do lado direito