quinta-feira, 30 de outubro de 2014

IMAGENS da LVSITÂNIA - Distrito de Santarém


O património arqueológico e histórico da antiga província romana da LVSITANIA é rico e diverso, e está espalhado por todo o território. Apesar de não termos grandes espaços monumentais, posso garantir que vestígios do nosso passado não nos faltam e que estão por aí, bem debaixo dos nossos pés. Consegui fazer-vos sentir pequenos nesta grande história? Óptimo, a ideia era essa. Agora viagem comigo por ela.

Como é sobejamente reconhecido os romanos notabilizaram-se sem margem para qualquer dúvida, acima de tudo, pela sua capacidade de realização de grandes obras de engenharia, construção e edificação de sofisticadas infraestruturas; aquedutos, estradas e pontes.

A rede de estradas disseminada por todo o Império foi essencial para a deslocação e apoio militar rápido às legiões romanas na atuação de combate em qualquer ponto de conflitualidade, ao mesmo tempo, demonstrando que uma boa rede viária pode incrementar o desenvolvimento económico-administrativo e social de toda uma região. Estas infraestruturas se ainda persistem ficam muito a dever ao facto da sua técnica inovadora de preparação e construção do terreno, de tal modo que, dois mil anos depois, ainda resistem à evolução dos tempos continuando a fazer parte do nosso quotidiano, na beleza paisagística dos nossos Parques Naturais, por vezes, de acessos difíceis despertando mais o nosso espírito de aventura e redescoberta com ausência de sinalética adequada, contudo, será sempre aliciante o contato com as nossas gentes simples e humildes mas possuidoras dum património único e histórico.

Deste modo, as vias romanas ainda persistindo com calçada visível que percorri com grau de exigência e dimensão moderada com apoio de equipamento para caminhada

·        Calçada do Casal Salgueiro (Paialvo/Tomar)
·        Calçada do Bom Amor (Casal Quebrada/Torres Novas)
·        Calçada Romana
·        Calçada Romana

Relativamente às vias romanas com calçada visível de pequena dimensão, por vezes, inseridas na área do perímetro das povoações

·        Calçada em Alqueidão da Serra (Porto de Mós)
·        Calçada da Mulher Morta (Ourém)
·        Calçada Romana
·        Calçada Romana

Na grande maioria dos casos, as pontes “antigas” ou “velhas” são conhecidas como romanas, contudo, os nossos investigadores na sua classificação diferenciaram-nas designando-as de outra forma; as “pontes romanas” são pontes com nítidos indícios romanos, as “pontes romano-medievais” quando em presença materiais romanos reutilizados em posteriores reconstruções na Idade Média e Idade Moderna e, as restantes apesar da ausência de vestígios romanos na sua construção encontram-se no alinhamento de comprovados itinerários romanos sendo possível admitir a existência duma ponte anterior, neste caso, “pontes romana?-medievais”.

As pontes romanas ainda abertas à circulação, encerradas ou requalificadas 

·        Ponte Romana dos Três Concelhos (Colos/Cardigos)
·        Ponte Romana de Muge 
·        Ponte Romana-Medieval de Alcanede 
·        Ponte Romana da Ladeira d´El-Rei (Mação)
·        Ponte Romana de S. Sebastião (Atouguia/Ourém)
·        Ponte Romana do Carril (Serra/Tomar)
·        Ponte Romana da Ribeira d´Eiras (Mação)
·        Ponte Romana

Outras estão irremediavelmente abandonadas ou em ruínas, sendo nosso património deveriam merecer a atenção da parte de quem de direito quanto à sua conservação e preservação

·        Ponte Romana da Póvoa (Tomar)
·        Ponte Romana da Valada (Seiça/Ourém)
·        Ponte Romana 


Santarém (SCALLABIS)


Os registos da cidade de Santarém remontam ao séc. VIII a.c., a conquista desta região pelos romanos inicia-se, em 138 a.c., na campanha militar do cônsul Décimo Júnio Bruto Galaico estabelecendo um acampamento militar em Móron, próximo a Santarém, denominando-a Scallabis, em 90 a.c., Júlio César manteve uma guarnição militar permanente, altura em que o aglomerado deve ter sido fortificado, em 61 a.c., neste período da dominação romana foi baptizada por Praesidium Iulium, mas durante a dinastia de Augusto, assume um papel importante no plano administrativo com a obtenção para fins judiciais, a designação de “Conventus Escalabitanus”, e mantendo o entreposto comercial por via marítima e terrestre com outras províncias do império e da bacia do Mediterrâneo.

Nos dias de hoje, a cidade de Scallabis estaria na Alcáçova de Santarém, ocupando os Jardins da Porta do Sol. As intervenções arqueológicas que ocorreram resultantes dos projetos de reabilitação e recuperação deste espaço permitiram a criação do Centro de InterpretaçãoUrbi Scallabis” onde está patente todo o espólio descoberto, e das obras na Casa de Alcáçova puseram a descoberto, no pátio, o podium do Templo Romano, datado dos finais do séc. I a.c., de planta quadrangular mas a construção de uma cisterna, o pavimento original do centro do podium, foi removido, boa parte das pedras aparelhadas do Templo estão dispersas em fachadas de edifícios medievais e modernos. No centro histórico é ainda percetível notar o traçado perpendicular das duas artérias principais (cardus maximus e decumanus maximus) além das vias secundárias retilíneas no Bairro do Pereiro.


Muge
Ponte Romana? de Muge 

Estado de conservação: pedonal - requalificada recentemente
Via romana: itinerário XIV Lisboa-Alter do Chão-Mérida
Acesso: Muge (EN114), junto ao Palácio dos Duques do Cadaval
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Coruche
Ponte “Romana” da Coroa 

Estado de conservação: pedonal
Via romana: Santarém a Évora
Acesso: Coruche (EN114-3), à esquerda na segunda ponte junto de habitação
Classificação: Imóvel de Interesse Municipal


Torres Novas

Villa Romana de Cardillio


A villa romana de Cardílio era uma villa agrícola, composta por 22 divisões, e a denominação deve-se a inscrições que refere o nome de “Cardilium”, proprietário que a mandou erigir para residência de família. As diversas campanhas arqueológicas revelaram alterações substanciais na planta da casa, entre os séc.I d.c. e séc.IV d.c., trazendo igualmente à luz do dia um significativo complexo de termas privadas a sudoeste da habitação. 




A entrada principal seria a poente do claustro, pavimentada em mosaicos de tesselas, constituído por vários painéis distribuídos pelos diversos quartos de cores vivas e motivos geométricos, predominando as tranças e os entrelaçados, aves de grupos opostos e os retratos dos proprietários da villa com motivos agrícolas, num dos quais, a meio da segunda fila, a inscrição:


 Inscrição

“VIVENTES CARDILIUM
ET AVITAM FELIZ TURRE”

 Tradução

CARDÍLIO E AVITA
SEJAM FELIZES VILLA DA TORRE



Noutro painel, na fila imediatamente abaixo, e descentrado para a esquerda, busto de CARDILLIO, de cabelo curto e ombro direito nu, com pregas na toga de púrpura, presa por fíbula, e o de AVITA, de cabeleira de vidros azuis-claros e tesselas azuis-escuros, e com veste que deixa desnudado o ombro direito.


Em terceiro painel, bem emoldurado, um grupo de quatro aves com flores pendentes nos bicos, postas duas a duas, em sentidos diametralmente opostos, no entanto, esta figuração humana poderá ser uma alegoria relacionada com as estações do ano, neste caso, com o Outono e o Inverno.

O peristilium elemento central da villa permitia a entrada de luz natural e arejamento da casa, tinha um jardim interior embelezado com inúmeras plantas, uma fonte e diversas esculturas. Denotam-se vestígios de doze colunas, quatro de cada lado, formando um claustro, pavimentado por seis tapetes de mosaicos. Ao centro, um quadrado que seria um jardim com um poço revestido de alvenaria, de cerca de sete metros de profundidade, no extremo sul. No jardim ainda podemos ver uma conduta e ruínas de paredes de construção anterior e uma calha ao longo dos quatros lados do quadrado. 

A entrada principal seria a poente do claustro, pavimentada por mosaicos de tesselas. Este mosaico é constituído por vários painéis, num dos quais, colocado a meio da segunda fila, inscrição atrás referida. Noutro painel, na fila imediatamente abaixo, e descentrado para a esquerda, busto de CARDILLIO, de cabelo curto e ombro direito nu, com pregas na toga de púrpura, presa por fíbula, e o de AVITA, de cabeleira de vidros azuis-claros e tesselas azuis-escuros, e com veste que deixa desnudado o ombro direito. Em terceiro painel, bem emoldurado, um grupo de quatro aves com flores pendentes nos bicos, postas duas a duas, em sentidos diametralmente opostos.




A exedra, precedida de pórtico com quatro colunas de frente e duas laterais, as bases que se conheceram de três de colunas eram em mármore das quais só uma ainda existe.

A nordeste do peristilo descortinamos um “tanque”, ladeado por colunas de tijolo, em três das suas quatro faces, a “latrina”, compartimento equipado com um banco de alvenaria, eventualmente, de mármore com orifícios ovoides, semelhantes aos atuais assentos sanitários sob este banco corria permanentemente água, proveniente da cloaca, e muito perto o edifício termal


Falta entretanto dar o relevo ao, ex-libris da villa, o magnífico estado de conservação e preservação do sistema de aquecimento central (hipocaustro) das “praefurnia” em arcaria de tijolo, através do qual o ar quente produzido circularia pelos arcos e pelas paredes duplas dos quartos com canalizações em chumbo permitindo o aquecimento e sobre as praefurnia eram normalmente colocadas caldeiras, geralmente de bronze, a partir das quais a água quente em canalizações de chumbo era conduzida às salas dos banhos quentes ao tepidarium e ao caldarium.


Toda a visita à villa romana é acompanhada por um guia após uma apresentação prévia. Situa-se no perímetro urbano de Torres Novas, saída da (A23), é Monumento Nacional

Museu Municipal Carlos Reis

No Museu Municipal Carlos Reis está patente todo o espólio das escavações da villa Cardílio, nomeadamente, moedas dos séculos II, III e IV d.c., vidros assírios e egípcios gravados e estuques coloridos, cerâmicas dos séculos I e II d.c., supondo-se produção de Valerius Paternus que as criava em Mérida e a estátua de Eros, datada séc. I d.c., revelando-se como uma das mais importantes peças encontradas.


Calçada Romana Bom Amor (Casal Quebrada)

Estado de conservação: vestígios da calçada nas bermas
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Torres Novas, na Fonte do Bom Amor seguir pela esquerda até habitações, a partir daqui por caminho de terra batida descendo à ribeira passando pela Quinta Marquês (Gateiras)


Alcorochel
Ponte Romana?  

Estado de conservação: rural – vestígios de calçada
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Alcorochel, pela rua da Garcia, Largo do Poço Novo e rua da Ribeira, segue por caminho de terra batida


Tomar (SEILIUM)

Após a ocupação definitiva da Hispânia, o imperador Augusto reorganiza-a política e administrativamente, criando-se novos núcleos urbanos e adaptando-se outros já existentes, construindo-se vias de comunicação e desenvolvendo-se as preexistentes, quer terrestres quer fluviais. Seilium, identificada com a atual cidade de Tomar, estava integrada numa das três províncias da Hispânia, a Lusitânia, entre 16-13 a.c., seria uma das 34 civitates stipendiariae e estaria sob a alçada judicial do conventus Scallabitanus, com sede em Scallabis (Santarém), no reinado de Vespasiano (69-79 d.c.). Durante a governação dos Flávios ascende à categoria de “municipium” comprovada pela inscrição “genius municipii” podendo ser vista no exterior da base do lado poente da Torre de Menagem do Castelo Templário e o busto do imperador Augusto, no Claustro da Lavagem do Convento de Cristo. 




A cidade romana situava-se na margem esquerda do rio Nabão, ocuparia uma área circunscrita à rua da Carrasqueira, rua Manuel de Matos, rua Sta Iria e rua Carlos Campeão. Na rua Carlos Campeão, foi identificado vestígio de Templo e fórum (séc. I d.c.). Conservam-se ainda na área do fórum, os alicerces da Praça Pública, da Basílica (Tribunal), da Curia (reunião do Conselho) e vestígios de tavernae (lojas) abertas para a praça pública. A Basílica e a Curia, ocupavam o lado sul da praça pública. Nas imediações do fórum estão identificados vestígios dum edifício de utilidade pública, provavelmente, um mercado “Macellum” e os alicerces de duas insulae (prédios de rendimento), a norte e a nordeste, na Alameda Um de Março e Avenida Norton de Matos.  




Toda a área circundante da Alameda Um de Março e Avenida Norton de Matos, e as ruas circunscritas: Rua Carlos Campeão, Rua Amorim Rosa, encontram-se classificadas como Imóvel de Interesse Público

Paialvo
Calçada Romana Casal Salgueiro

Estado de conservação: vestígios restando somente o caminho
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Paialvo (EM558), pela rua da Escola, passando a via férrea, ao Centro de Dia e rua Via Romana por caminho de terra batida 


Vila Nova de Paialvo
Ponte "Romana" da Pedra

Estado de conservação: rural – com vestígios de calçada
Via romana: itinerário XVI Braga a Lisboa
Acesso: Lamarosa/Pé de Cão (EM539), passando zona fabril, à direita por caminho de terra batida ao lado da ribeira


Póvoa
Ponte Romana? da Póvoa 

Estado de conservação: em ruínas
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Tomar/Póvoa (EM526), pela Estrada do Prado, na povoação, rua da Ponte Romana (frente a Escola Primária)

parte do percurso em caminho de terra batida 


Carvalhal/Fervenças
Ponte Romana? da Azenha do Curto

Estado de conservação: rural
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: da Póvoa a Vale Venteiro, cortar a Carvalhal/Fervenças, passando Fervenças na curva à direita, segue à ponte romana no açude e Azenha do Curto

Junceira/Carril (Tomar)
Ponte Romana? 

Estado de conservação: pedonal - enquadrada em parque de merendas
Via romana: Tomar a Idanha-a-Velha, Mouriscas - Rio Tejo pela “Estrada da Serra”
Acesso: Tomar/Serra (EM 531) seguir placa indicativa de Instituto Politécnico passar debaixo da A13 seguir sinalização de ponte romana, junto à barragem do Carril

Carregueiros (Tomar)
Calçada Romana de Valinhos
Estado de conservação: falta reconhecer o local
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Carregueiros (IC9/EN 113)


Ourém

Atalaia Romana no morro do castelo na Porta de Santarém

Calçada Romana da Mulher Morta

Estado de conservação: bom estado
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Ourém
Acesso: Castelo de Ourém (centro histórico)

Atouguia
Ponte Romana? de S. Sebastião 

Estado de conservação: aberta à circulação
Construção: séc. II d.c. e séc. III d.c.
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Ourém
Acesso: Atouguia/S.Sebastião, na placa indicativa para Atouguia, por rua a 20 metros mais à frente à direita

Valada
Ponte Romana? da Valada

Estado de conservação: necessita intervenção
Via romana: Leiria a Tomar, variante por Caxarias
Acesso: Valada (EN113), seguindo as ruas Penha de França e do Canto, passando uma primeira ponte, por caminho de terra batida pela direita, ponte a 200 metros

Agroal/Porto Velho (Ourém)
Calçada Romana
Estado de conservação: falta reconhecer o local
Via romana:
Acesso: Agroal


Rio Maior


Villa Romana de Rio Maior I

Acesso: Rio Maior - para visitas será através da Galeria Municipal – Casa Senhorial d´El Rei D. Miguel 243 907 424

Casais da Igreja (Rio Maior)
Forno Romano

Local: Casais da Igreja (EN 114)

Alcanede
Ponte Romana?-Medieval de Alcanede

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. III d.c.
Via romana: Leiria a Santarém, variante por Porto de Mós
Acesso: Alcanede (EN361), pela rua da Ponte Romana
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Alqueidão da Serra (Porto de Mós)
Calçada Romana

Estado de conservação: bom estado
Via romana: Leiria a Santarém
Acesso: Alqueidão da Serra, seguir sinalização na povoação, inicia-se junto a parque de merendas
Classificação: Imóvel de Interesse Público


Ortiga

Estação Arqueológica de Vale de Junco

A estação arqueológica de Vale de Junco, situa-se na freguesia de Ortiga, concelho de Mação, na transversal à Rua dos Mouros e sinalizada junto a posto de abastecimento passando a última habitação do lado esquerdo no início da descida em caminho de terra batida (200 metros) em encosta privilegiada com vista para o rio Tejo - acesso livre, ao abandono total.

Seria uma villa romana agrícola, de apoio à via romana Alvega a Salamanca que perto passaria. Da villa resta parte do complexo termal, devido ao seu estado de ruínas ainda é possível ter-se a perceção da entrada do edifício, o atrium ladeado pelo apodyterium (vestiário), a sala destinada aos banhos frios frigidarium, a natatio (piscina), no interior do tanque consegue-se ver parte do revestimento, e a sala destinada aos banhos quentes o tepidarium e o caldarium. Distingue-se ainda, parte dos muros e da canalização que abasteceria o edifício com a água da ribeira de Eiras e a existência diversos vestígios espalhados na área envolvente







Mação
Ponte Romana? da Ladeira d´El-Rei

Estado de conservação: pedonal - requalificada recentemente
Construção: séc. I a.c./ séc. I d.c.
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Mação
Classificação: Imóvel de Interesse Público


Mação
Ponte Romana? da ribeira de Eiras (Ribra de Paia Fome)

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. I a.c./ séc. I d.c.
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Mação/Envendos (EN 3)
Classificação: Imóvel de Interesse Municipal

Mação
Ponte Romana? do Coadouro sobre o rio Frio

Estado de conservação: aberta à circulação
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha
Acesso: Mação/Abrantes (EN 3)

Vale da Mua
Ponte Romana? da ribeira do Carvoeiro
Estado de conservação: falta reconhecer o local
Via romana: Alvega a Salamanca
Acesso: Vale da Mua

Portela de Colos (Cardigos)
Ponte Romana-Medieval dos Três Concelhos

Estado de conservação: aberta à circulação rodoviária
Construção: séc. I a.c./ séc. I d.c.
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha e  
Tomar a Oleiros por Vila de Rei
Acesso: Cardigos (IC 8)/Portela de Colos seguir placa de sinalização
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Alferrarede (Abrantes)
Ponte Represa-Romana? de Alferrarede
Estado de conservação: falta reconhecer o local
Construção: séc. I d.c./ séc. IV d.c.
Via romana: Conimbriga a Alvega/Aramenha (Ammaia)/Idanha-a-Velha
Acesso: Olho-de-Boi, saída 10 (A 23) Alferrarede/Sardoal
Classificação: Imóvel de Interesse Público

Mouriscas (Abrantes)
Inscrições Romanas (3)

Local: interior da Igreja Matriz no corredor do lado direito